Aprendendo a cozinhar
Viajante que é viajante tem que saber se virar. Como não está sendo diferente. Acostumado com a comida da mamãe no Brasil, ou a comer na rua quando preciso, aqui estou tendo uma excelente oportunidade de aprender a preparar minha própria comida.
O melhor de tudo é que não estou sozinho nessa investida! Conto com as dicas, o apoio, e tudo mais que é preciso para fazer dos meus pratos um sucesso (ou quem sabe simplesmente para torná-los algo comestível
). A Aleksandra tem me acompanhado na preparação de alguns pratos.
Lembro que há um mês comecei com espaguete, que cá entre nós não foi nada complicado. Para completar o prato, feijões e molho de tomate, tudo junto
Ah… chá, muito chá. Tanto que até investi e comprei uma chaleira, várias caixas de chá, mel, etc.
Já repeti a dose do espaguete, e também já preparei um macarrão menorzinho, encaracolado.
Minhas últimas experiências desde a última semana foram focadas em tentar levar a italianas e polonesas um pouco do que estava acostumado a comer quase todos os dias no Brasil: o nosso famoso arroz e feijão. Claro que à moda estudante em Portugal. Em geral, não ficamos muito tempo cozinhando para fazer coisas elaboradas, e muitas vezes faltam utensílios ou simplesmente não preparamos coisas para deixar de um dia para o outro na geladeira, por exemplo.
Preparamos arroz, de verdade, e para o feijão foi feijão em lata. Já inventei peito de peru de duas formas diferentes, como bife e como tirinhas, e por aí se vão os detalhes mais detalhistas…
Está sendo muito divertido brincar de cozinheiro! Vejam só a cara do chefe e de sua auxiliar-mor:

Olá, Rodolfo:
quem diria??? o filhote da Fernanda se virando na cozinha; é isto mesmo: quando as mães permitem seus rebentos se viram…
Estou gostando de ver a sua criatividade; claro que, com o molho melhor: companhias femininas (italianas, polonesas; tudo no plural???). Menino, te cuida (rsrs), veja lá o que arranjas, seduzindo a galera com “o que que o carioca tem”. Só tenho a dizer: aproveite; a juventude é a melhor fase da nossa vida; vai em frente, querido.
Aí vai meu puchão de orelha (ou é com x???): não vai começar a escrever em lusitano; nós cá do Brasil já deixamos de lado os cs mudos (de facto ???). Tem recebido algumas piadinhas que te mandei?
bjoca. Zileia
@Zileia
Oi!!!
Ora pois, estou a perceber o que dizes. A cá disseram-me que gostam e percebem bem o bom português do Brasil, e que não há motivos para eu adoptar o sotaque e palavras lusitanas. Bem, as palavras que são diferentes e confundem são uma história a parte…
Estou sim rodeado de bons amigos e amigas, pessoas de bem que tornam tudo aqui mais agradável e divertido.
Beijos!